sábado, 1 de agosto de 2015


12/08/14
Postado por ultimatojovem em Altas devocionais

Por Rodolfo Gois
O dia 12 de agosto foi definido pela ONU (Organizações das Nações Unidas) como o dia Internacional da Juventude. Esse dia tem como objetivo promover debate e sensibilização sobre temas relacionados à “agenda” da juventude (fonte: www.juventude.gov.br).
A juventude sempre fez a diferença. Em um estudo recente e muito bem qualificado, chamado de “O sonho brasileiro”, uma ampla e profunda pesquisa foi realizada para entender melhor o brasileiro e suas expectativas e ambições. A base para este estudo foi o jovem entre 18 e 24 anos, visto que, histórica e socialmente, esta faixa etária serve de inspiração para aqueles que já estão acima desta e, também é desejada, aspirada, por aqueles mais novos. Uma faixa etária que sempre foi muito influente nos processos de grandes mudanças que aconteceram na nossa nação.
É notório, então, a importância e a influência deste grupo para a história de uma nação, para o ambiente social e para o que será escrito a partir dela. O que, então, podemos dizer e como canalizar todo esse potencial reconhecido para que a glória de Deus resplandeça e provoque a divina transformação na vida das pessoas?
As Escrituras nunca ignoraram a juventude. A história bíblica ressalta a importância e o valor de jovens que Deus usou para fazer a diferença no meio do seu povo. Davi, Daniel, Gideão são apenas alguns exemplos de gente que, sendo jovem, “causou”. A Bíblia não apenas conta a história de jovens, mas também fala aos jovens e, de maneira muito especial, um texto chama a atenção.
Em Eclesiastes 11.9 lê-se, no início:
“Alegre-se, jovem, na sua mocidade! Seja feliz o seu coração nos dias da sua juventude! Siga por onde o seu coração mandar, até aonde a vista alcançar” (NVI).
Essa é uma proposta maravilhosa, bem ao encontro da expectativa jovem por liberdade e autonomia. É a vida Free Style recomendada pelo sábio professor, alguém que viveu tudo o que um homem poderia viver e, agora, apresenta suas impressões e conclusões sobre a vida. A força, a intensidade, a energia, a emoção, o impulso jovem sendo reconhecido e valorizado, incentivado e destacado para que a vida seja vivida na sua plenitude. Os sonhos, as ambições, as inovações, a “agenda” da juventude sendo considerada. Como é bom encontrar essa perspectiva a respeito da juventude.
O texto não para por aí, no entanto. A sequência dele é ainda mais surpreendente e boa:
“Alegre-se, jovem, na sua mocidade! Seja feliz o seu coração nos dias da sua juventude! Siga por onde o seu coração mandar, até aonde a vista alcançar; mas saiba que por todas essas coisas Deus o trará a julgamento”.
Deus está por dentro dos caminhos do seu coração e do lançar dos seus olhos. Deus sabe, Deus sempre saberá, e ainda mais, um dia haverá prestação de contas.
Onde, afinal, isso é surpreendentemente bom?! Que alegria pode haver em fazer o que quiser se por essas coisas alguém será julgado por Deus? Essa é a questão! Para quem não conhece a Deus isso é um peso, mas para quem o conhece realmente essa é a garantia de que a juventude passa, mas o que nela se escreve pode permanecer para sempre.
Saber que Deus conhece os caminhos do coração e o lançar dos olhos é uma medida de que de modo nenhum fará o jovem voar mais baixo, mas com certeza dará a ele voos mais seguros, capazes até de influenciar a história de uma nação inteira.
Quem anda com Deus não tem medo de sonhar, pois sabe que pode seguir por onde o seu coração mandar, até onde a vista alcançar.

— Rodolfo Gois é diretor pastoral do TeenStreet Brasil e pastor da IPIB de Maringá, PR.


As aparências enganam - Parte 2


Não julgue quem você não conhece bem. Ou estará ignorando o comportamento de uma vida inteira por causa de um momento.


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BOLETIM INFORMATIVO DA SAF - ANO 62 - Nº 07





BOLETIM INFORMATIVO - ANO 77 - Nº 015






sábado, 25 de julho de 2015

A MAIOR AVENTURA DE TODAS


14/04/14
Postado por ultimatojovem em Altas devocionais
Por Matheus Loures




Durante minha adolescência muitas coisas marcaram minha vida. Foram esses acontecimentos que definiram o modo como expresso minha fé. A segunda-feira na escola era um momento tenso pra mim. É impressionante como o dia mais preguiçoso da semana é, surpreendentemente, o mais exibicionista. No colégio todo mundo tinha casos de fim de semana, cheios de adrenalina, pra contar. Todos, menos eu.
Era uma cena cômica, repetida todo início de semana. Meus amigos escolares e eu nos reuníamos no recreio e todos começavam a contar as aventuras vividas durante o fim de semana. Eram, de fato, casos e causos que fugiam do cotidiano previsível. Eu achava impressionante como aquele bando de jovens, de tendência contraculturais, tinham histórias para compartilhar. Claro que contavam experiências recheadas de aventuras sexuais, uso de alucinógenos, transgressão a leis e toda sorte de imoralidade, leviandade, iniquidades e borrachices. Todos sabiam que eu era cristão, muitos até respeitavam, mas mesmo assim é difícil expressar meu constrangimento por não ter histórias para contar. Eu procurava alguma coisa para falar e lembrava que no sábado eu tinha ido ao culto de jovens da igreja, no domingo eu tinha ido à igreja de manhã, na casa da vovó de tarde e na igreja à noite. Ahh, mas que decepção com meu previsível fim de semana de crente! Que insatisfação com minha vida de “crente-coxinha”! Será que era por causa disso que às vezes eu ouvia um “ Ah, vai se F*%$#!” quando convidava meus colegas pra ir nas programações da igreja?
Graças a Deus, eu não me transformei em um “desigrejado” frustrado, pois o Espírito, além de purificar minha vivência cristã, dando-me experiências únicas, me ofereceu uma grande inspiração: o apóstolo Paulo. Poderia ter sido outro personagem bíblico, mas Deus quis que fosse ele. Um dia refletindo sobre o livro de Atos, eu imaginei a seguinte cena: Paulo chegando numa feira de comerciantes e trocando causos com aquele povo. O apóstolo dos gentios contaria suas historias de: cegueira e conversão, viagens por boa parte do mundo conhecido, sobrevivência a naufrágio, imunidade (“wolwerinica”) a picadas de pseudo-cobra, lidar com helênicos malucos que achavam que ele era Deus, receber tanta porrada a ponto de ser dado por morto. Com toda certeza do mundo, ninguém poderia acusar Paulo de ter uma vida entediante. A essa compreensão foram somada as fortes experiências missionárias que vivi na Caverna de Adulão e a inspiração na vida de pessoas que passei a caminhar junto. Logo as coisas mudaram pra mim. Com o passar do tempo eram esses mesmo colegas que paravam do meu lado muito curiosos para ouvir causos de uma vida que só existe quando guiada pelo Espírito.
Fato é que, geralmente, eliminamos toda noção de adrenalina de nossa vivência cristã no dia-a-dia. Até a dimensão da perseguição ao cristão (Mt 5.10 a 12) é abafada e seguimos preferindo criar cursos para “liderança-almofadinha”. Não estou defendendo que devemos seguir nossos impulsos joviais e nos esquecer da perseverança quando nossos dias ficam difíceis e previsíveis. Entretanto, tenho certeza de que vida com uma missão sempre será objeto de admiração, em meio a uma geração oca que não tem sentido em seu viver.
Mas como viveremos tudo isso? Tudo acontecerá naturalmente quando entendermos e vivermos a natureza da missão e do reino de Cristo. A ousadia para evangelizar, a disponibilidade para servir, a bondade da hospitalidade, a fome e sede de justiça social de mãos dadas com a doçura do amor; viver tudo isso em um sistema egoísta, humanista, materialista e anti-Deus será, com certeza, a maior das aventuras. Portanto, arregacemos as mangas e nos deixemos encher pelo Espírito a fim de manifestar o doce aroma de Cristo, que subverte a lógica dos nossos dias.
• Matheus Loures, 27 anos, é formado em Comunicação Social (UFMG 2009) e casado com Chrys. Desde 2010, e missionário da Igreja Caverna de Adulão e pastor da Comunidade Seiva em Alto Paraíso, a esotérica cidade do interior de Goiás. 

Escreve para o blog maloures.wordpress.com.


Família é presente de Deus! É o santuário da vida!


Família é presente de Deus! É o santuário da vida! É uma fonte inesgotável para o mundo porque gera virtudes humanas, cristãs, sociais.






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