domingo, 31 de janeiro de 2016

Aprenda dar valor as pessoas certas, cuide de quem sempre cuidou de você.






Um filho levou seu pai a um restaurante para desfrutar de um delicioso jantar. Seu pai já estava bastante velho, e, portanto, também um pouco fraco. Enquanto comiam, um pouco de comida de vez em quando caia sobre sua camisa e calças. Os outros convidados assistiram o velho com o rosto desfigurado com desgosto, mas seu filho permaneceu totalmente calmo.
Uma vez que ambos terminaram de comer, filho, sem mostrar sequer remotamente envergonhado, ajudou com absoluta confiança e seu pai o levou para o banheiro. Ele limpou os restos de seu rosto enrugado, e tentou limpar alimentos e manchas de suas roupas; amorosamente penteava os cabelos grisalhos e finalmente assentou seus óculos..
Ao sair do banheiro, um profundo silêncio reinava no restaurante. Ninguém conseguia entender como alguém poderia so tolo. O filho estava pronto para pagar a conta, mas antes de sair, um homem, também de idade, subiu de entre os convidados, e pediu o filho do homem: "Você não acha que você deixou alguma coisa aqui? "
O jovem respondeu: "Não, não tenho mais nada." Em seguida, o estranho disse: "Sim você deixou algo! Deixou aqui uma lição para cada criança, e de esperança para todos os pais! "Todo o restaurante é tranqüilo, você poderia ouvir um alfinete cair no chão.
Uma das maiores honras que há de cuidar daqueles idosos que uma vez já cuidaram de nós. Nossos pais, idosos e todos aqueles que sacrificaram suas vidas, o seu tempo, dinheiro e esforço para nós, merecem o nosso maior respeito. Se você também sente o respeito pelos idosos, compartilhando esta história com os seus amigos.




A Fé vem pelo ouvir a palavra de Deus


Em química, Ele converteu a água em vinho; (João 2-1,11)
Em biologia, nasceu sem a concepção normal; (Mateus 1-18,25)
Em física, desmentiu a lei da gravidade, quando andou sobre as águas e subiu aos céus; (Marcos 6-49,51)
Em economia, Ele refutou a lei da matemática ao alimentar 5000 pessoas com somente cinco pães e dois peixes;
e ainda fazer sobrar 12 cestos cheios. (Mateus 14-17,21)
Em medicina, curou os enfermos e os cegos sem administrar nenhuma dose de medicamento.
(Mateus 9-19,22 e João 9-1,15)
A história é contada antes DELE e depois DELE, Ele é o PRINCÍPIO e o FIM;
Ele foi chamado Maravilhoso, Conselheiro, o Príncipe da Paz, o Rei dos Reis e Senhor dos Senhores; (Isaías 9-6)
Na bíblia diz que ninguém vem ao Pai senão por Ele; Ele é o único caminho; (João 14-6)
Então... Quem é Ele?
Ele é JESUS!!!
Os olhos que leem esta mensagem não temerão o mal.
A mão que enviar esta mensagem, não trabalhará em vão.
O maior homem da história: JESUS💫
Ele não tinha servos, e no entanto O chamavam de Senhor💫
Não tinha nenhum grau de estudo, e no entanto O chamavam de Mestre💫
Não receitava medicamentos, mas era chamado de médico dos médicos💫
Ele não tinha exército, mas reis O temiam💫
Ele não ganhou batalhas militares, e no entanto, conquistou o mundo💫
Ele não cometeu nenhum delito, e no entanto foi crucificado💫
Foi enterrado em uma tumba, e no entanto, Ele vive💫
Me sinto honrado em servir a este líder que nos ama💫
Esta mensagem fará bem a outras pessoas... Evangelize!
A Fé vem pelo ouvir a palavra de Deus

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quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Ser Feliz é Uma Decisão!



Uma senhora de 92 anos, delicada, bem vestida, com o cabelo bem penteado e um semblante calmo, precisou se mudar para uma casa de repouso.
Seu marido havia falecido recentemente e a mudança se fez necessária, pois ela era deficiente visual e não havia quem pudesse ampará-la em seu lar.
Uma neta dedicada a acompanhou.
Após algum tempo aguardando pacientemente na sala de espera, a enfermeira veio avisá-las que o quarto estava pronto.
Enquanto caminhavam, lentamente, até o elevador, a neta, que já havia vistoriado os aposentos, fez-lhe uma descrição visual de seu pequeno quarto, incluindo as flores na cortina da janela.
A senhora sorriu docemente e disse com entusiasmo: Eu adorei!
Mas a senhora nem viu o quarto... Observou a enfermeira.
Ela não a deixou continuar e acrescentou:
A felicidade é algo que você decide antes da hora. Se eu vou gostar do meu quarto ou não, não depende de como os móveis estão arranjados, e sim de como eu os arranjo em minha mente.
E eu já me decidi gostar dele...
E continuou: é uma decisão que tomo a cada manhã quando acordo. Eu tenho uma escolha, posso passar o dia na cama remoendo as dificuldades que tenho com as partes de meu corpo que não funcionam há muito tempo, ou posso sair da cama e ser grata por mais esse dia.
Cada dia é um presente, e meus olhos se abrem para o novo dia das memórias felizes que armazenei...
A velhice é como uma conta no banco, minha filha... De onde você só retira o que colocou antes.
Comece, sem demora, a depositar felicidade na conta do banco das suas lembranças, para poder resgatar sempre que desejar.

“Na juventude deve-se acumular o saber. Na velhice fazer uso dele.“

Jean-Jacques Rousseau

VERDADES E MITOS SOBRE A PÁSCOA



Domingo dia 27 de março, celebraremos a Páscoa em toda a cristandade, ocasião que só perde em popularidade para o Natal. Apesar disto, há muitas concepções errôneas e equivocadas sobre a data.
A Páscoa é uma festa judaica. Seu nome, “páscoa”, vem da palavra hebraica pessach que significa “passar por cima”, uma referência ao episódio da Décima Praga narrado no Antigo Testamento quando o anjo da morte “passou por cima” das casas dos judeus no Egito e não entrou em nenhuma delas para matar os primogênitos. A razão foi que os israelitas haviam sacrificado um cordeiro, por ordem de Moisés, e espargido o sangue dele nos umbrais e soleiras das portas. Ao ver o sangue, o anjo da morte “passou” aquela casa. Naquela mesma noite os judeus saíram livres do Egito, após mais de 400 anos de escravidão. Moisés então instituiu a festa da “páscoa” como memorial do evento. Nesta festa, que tornou-se a mais importante festa anual dos judeus, sacrificava-se um cordeiro que era comido com ervas amargas e pães sem fermento.
Jesus Cristo foi traído, preso e morto durante a celebração de uma delas em Jerusalém. Sua ressurreição ocorreu no domingo de manhã cedo, após o sábado pascoal. Como sua morte quase que certamente aconteceu na sexta-feira (há quem defenda a quarta-feira), a “sexta da paixão” entrou no calendário litúrgico cristão durante a idade média como dia santo.
Na quinta-feira à noite, antes de ser traído, enquanto Jesus, como todos os demais judeus, comia o cordeiro pascoal com seus discípulos em Jerusalém, determinou que os discípulos passassem a comer, não mais a páscoa, mas a comer pão e tomar vinho em memória dele. Estes elementos simbolizavam seu corpo e seu sangue que seriam dados pelos pecados de muitos – uma referência antecipada à sua morte na cruz.
Portanto, cristãos não celebram a páscoa, que é uma festa judaica. Para nós, era simbólica do sacrifício de Jesus, o cordeiro de Deus, cujo sangue impede que o anjo da morte nos destrua eternamente. Os cristãos comem pão e bebem vinho em memória de Cristo, e isto não somente nesta época do ano, mas durante o ano todo.
A Páscoa, também, não é dia santo para nós. Para os cristãos há apenas um dia que poderia ser chamado de santo – o domingo, pois foi num domingo que Jesus ressuscitou de entre os mortos. O foco dos eventos acontecidos com Jesus durante a semana da Páscoa em Jerusalém é sua ressurreição no domingo de manhã. Se ele não tivesse ressuscitado sua morte teria sido em vão. Seu resgate de entre os mortos comprova que Ele era o Filho de Deus e que sua morte tem poder para perdoar os pecados dos que nele creem.
Por fim, coelhos, ovos e outros apetrechos populares foram acrescentados ao evento da Páscoa pela crendice e superstição populares. Nada têm a ver com o significado da Páscoa judaica e nem da ceia do Senhor celebrada pelos cristãos.
Em termos práticos, os cristãos podem tomar as seguintes atitudes para com as celebrações da Páscoa tão populares em nosso país: (1) rejeitá-las completamente, por causa dos erros, equívocos, superstições e mercantilismo que contaminaram a ocasião; (2) aceitá-las normalmente como parte da cultura brasileira; (3) usar a ocasião para redimir o verdadeiro sentido da Páscoa.


Eu opto por esta última.

http://www.ipb.org.br/informativo/verdades-e-mitos-sobre-a-pascoa-3977

Restauração , uma obra divina




Restauração, uma obra divina









domingo, 24 de janeiro de 2016

O Tapetinho Vermelho

Uma pobre mulher morava em uma humilde casinha com sua neta que estava muito doente. Como não tinha dinheiro sequer para levá-la ao médico, e vendo que apesar de seus muitos cuidados, e remédios com ervas, a pobre criança piorava a cada dia, resolveu iniciar a caminhada de duas horas até a cidade próxima, em busca de ajuda. Chegando no único hospital público da região, foi aconselhada a voltar para casa e trazendo a neta junto, para que esta fosse examinada.

Quando ia voltando, já desesperada por saber que sua neta não conseguiria sequer levantar da cama, a senhora passou em frente a uma igreja, e como tinha muita fé em Deus, apesar de nunca ter entrado em uma igreja, resolveu pedir ajuda. Ao entrar, encontrou algumas senhoras ajoelhadas no chão, fazendo orações. As senhoras receberam a visitante, e após inteirarem-se da sua história, a convidaram para se ajoelhar e orar pela criança.

Após quase uma hora de fervorosas orações e pedidos de interseção junto ao Pai, as senhoras já iam se levantando quando a mulher lhes disse: "Eu também gostaria de fazer uma oração!" .

Vendo que se tratava de uma mulher de pouca cultura, as senhoras retrucaram: "Não é necessário, com nossas orações com certeza a sua neta irá melhorar".

Ainda assim a senhora insistiu em orar e começou: "Deus, sou eu. Escute, a minha neta está muito doente, meu Deus. Sendo assim, eu gostaria de que você fosse lá curar essa menina. Você pegue uma caneta que eu vou lhe explicar aonde fica."

As senhoras estranharam, mas continuaram ouvindo...

"Bom, você vai seguindo o caminho daqui de volta para Belo Horizonte, quando passar o rio com a ponte, você entra na segunda estradinha de barro. Não vai errar tá?"

A esta altura as senhoras já estavam se esforçando para não rir, mas ela continuou...

"Seguindo mais uns vinte minutinhos tem uma vendinha. Entra na rua depois da mangueira, que o meu barraquinho é o último da rua. Pode ir entrando, que não tem cachorro, tá bom Deus? Mas por favor, cure a minha netinha.

As senhoras começaram a se indignar com a situação...

"Olha Deus..." - ela continuou - "A porta tá trancada, mas a chave fica em baixo do tapetinho vermelho na entrada. O Senhor pega a chave, entra e cura a minha netinha. Mas por favor, não se esqueça de colocar a chave de novo em baixo do tapetinho vermelho, se não eu não consigo entrar quando eu chegar em casa Senhor."

A esta altura, as senhoras interromperam aquela ultrajante situação, dizendo que não era assim que se deveria orar, mas que ela poderia ir para a casa sossegada, pois elas eram pessoas de muita fé, e Deus com certeza ouviria as preces, e iria curar a menina.

A mulher foi para a casa, um pouco desconsolada. Mas ao entrar em casa, qual não foi a sua surpresa? A sua neta veio correndo lhe receber. "Minha neta, como é possível? Você está de pé?"

E a menina explicou: "Eu ouvi um barulho na porta e pensei que era a senhora que estava voltando para a casa. Porém, entrou um homem muito alto, com um vestido branco. Ele entrou em meu quarto e mandou que eu levantasse. Não sei como, mas eu simplesmente levantei." - E quase em prantos a menina continuou: "Depois ele sorriu, beijou minha testa e disse que tinha de ir embora, mas pediu que eu avisasse a senhora que ele ia deixar a chave conforme o combinado, em baixo do Tapetinho Vermelho".

" Deus não quer palavras bonitas , Ele quer palavras Sinceras"

Alguém Está Vendo Você

A fé revela que nenhuma ação passa despercebida. Acreditando nisso, agimos melhor.
Certa vez, um homem resolveu invadir os campos de um vizinho para roubar um pouco de trigo. "Se eu tirar um pouco de cada campo, ninguém irá perceber", pensou. "Mas reunirei uma bela pilha de trigo." Então ele esperou pela noite mais negra, quando grossas nuvens cobriam a lua, e saiu às escondidas de casa, levando consigo sua filha mais nova.
– Filha – ele sussurrou – , fique de guarda para o caso de alguém aparecer.
O homem entrou silenciosamente no primeiro campo e começou a colheita. Logo depois, a criança gritou:
– Papai, alguém está vendo você!
O homem olhou em volta, sem ver ninguém; juntou então o trigo roubado e seguiu adiante para o segundo campo.
– Papai, alguém está vendo você! – gritou a criança de novo.
O homem parou e olhou em volta, mas não viu qualquer pessoa, por isso amarrou o trigo roubado e esqueirou-se para o último campo.
– Papai, alguém está vendo você! – gritou a criança novamente.
O homem parou a colheita, olhou para todos os lados e, mais uma vez, não viu pessoa alguma.
– Por que você fica dizendo que alguém está me vendo? – perguntou ele zangado. – Já olhei para todos os lados e não vejo ninguém.
– Papai – murmurou a criança – , alguém está vendo você lá de cima.
O Livro das Virtudes para Crianças
William J. Bennett - Editora Nova Fronteira

Uma palavra gentil



Em janeiro de 1986, eu estava dando uma olhada rápida pelos canais de televisão quando vi os créditos finais de um programa chamado “Negócios Engraçados”, show sobre cartum. Eu sempre quis ser cartunista, mas não sabia o que fazer. Escrevi para o apresentador do programa, o cartunista Jack Cassady, e pedi seu conselho sobre como entrar na profissão.
Algumas semanas depois, recebi uma carta de Jack, de próprio punho, encorajando-me e respondendo todas as minhas perguntas sobre o material necessário e também como proceder. Avisou-me da possibilidade de ser recusado no início e aconselhou-me a não ficar desanimado se isso acontecesse. Disse que as charges que eu enviara para ele eram muito boas e mereciam ser publicadas.
Fiquei muito animado e, afinal, compreendi como funcionava todo o processo. Enviei minhas melhores charges às revistas Playboy e The New Yorker. Elas me recusaram de imediato com cartas frias e padronizadas. Desencorajado, coloquei o material de desenho no armário e decidi esquecer o assunto.
Em junho de 1987 – inesperadamente – recebi uma segunda carta de Jack Cassady. Era surpreendente, pois eu não havia nem mesmo agradecido o conselho inicial. Aqui está o conteúdo da carta:
Caro Scott:
Estava revendo os arquivos de correspondência do programa “Negócios Engraçados” quando me deparei novamente com a sua carta e com as cópias das suas charges. Lembro-me de tê-la respondido.
O motivo desta é estimulá-lo uma vez mais a apresentar suas ideias a várias publicações. Espero que já tenha feito isso e esteja a caminho não só de ganhar algum dinheiro, mas também de se divertir. Às vezes é difícil conseguir estímulo no ramo do humor gráfico. É por isso que o estou incentivando a perseverar e continuar desenhando.
Desejo-lhe muita sorte, boas vendas e bons desenhos.
Atenciosamente, Jack
Fiquei profundamente comovido pela carta, em grande parte porque Jack não tinha nada a lucrar – inclusive meus agradecimentos, como ficou demonstrado. Incentivado por ele, tirei meu material de desenho do armário, e fiz as charges que, finalmente, se transformaram em “Dilbert”. Agora, setecentos jornais e seis livros mais tarde, as coisas vão muito bem Dilbertville.
Estou certo de que eu não teria tentado novamente ser um cartunista se Jack não tivesse me enviado a segunda carta. Com uma palavra gentil e um selo de correio ele desencadeou uma série e acontecimentos que agora chegam até vocês. À medida que “Dilbert” começou a fazer mais sucesso, passei a dar valor à grandeza do simples gesto de generosidade de Jack. Mais tarde lhe agradeci, mas nunca vou me esquecer de que recebi um presente que desafia a reciprocidade. De alguma maneira, o agradecimento não parece ser suficiente.
Com o tempo, compreendi que o objetivo de alguns presentes não é a retribuição. Todos nós conhecemos alguém que iria se beneficiar com uma palavra amável. Eu o estou estimulando a fazer isto. Para um maior impacto, faça-o por escrito. E faça-o por alguém com quem você sabe que não tem nada a lucrar.
É importante incentivar a família e os amigos, mas a felicidade deles está intimamente ligada à sua. Para uma maior agilização, sugiro que você incentive alguém que não possa retribuir o valor – o gesto não será esquecido por aquele que o recebe.
E lembre-se, não existe esse negócio de um pequeno gesto de amabilidade. Todo gesto gera uma comoção cujo resultado não se pode prever.
Scott Adams (criador de “Dilbert”)
Do livro: Espírito de Cooperação no Trabalho

sábado, 16 de janeiro de 2016

Deixe a raiva secar


BOLETIM INFORMATIVO - ANO 78 - Nº 02 - 17 de Janeiro de 2016