segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

O CEDRO E O CARDO




“Então, Amazias enviou mensageiros a Jeoás, filho de Jeoacaz, filho de Jeú, rei de Israel, dizendo: Vem, meçamos armas. Porém Jeoás, rei de Israel, respondeu a Amazias, rei de Judá: O cardo que está no Líbano mandou dizer ao cedro que lá está: Dá tua filha por mulher a meu filho; mas os animais do campo, que estavam no Líbano, passaram e pisaram o cardo. Na verdade, feriste os edomitas, e o teu coração se ensoberbeceu; gloria-te disso e fica em casa; por que provocarias o mal para caíres tu, e Judá, contigo? Mas Amazias não quis atendê-lo. Subiu, então, Jeoás, rei de Israel, e Amazias, rei de Judá, e mediram armas em Bete-Semes, que está em Judá. Judá foi derrotado diante de Israel, e fugiu cada um para sua casa. Jeoás, rei de Israel, prendeu Amazias, rei de Judá, filho de Joás, filho de Acazias, em Bete-Semes; e veio a Jerusalém, cujo muro ele rompeu desde a Porta de Efraim até à Porta da Esquina, quatrocentos côvados. Tomou todo o ouro, e a prata, e todos os utensílios que se acharam na Casa do SENHOR e nos tesouros da casa do rei, como também reféns; e voltou para Samaria."

2 Reis 14.8-14


Amazias estava se achando... Começou a reinar em Jerusalém com 25 anos. Logo deu ordens para que matassem os assassinos do seu pai Joás. Ele feriu dez mil edomitas no vale do Sal, mudou nome de cidades e tudo mais.

Então voltou os olhos para seus irmãos israelitas, quando Jeoás era rei e o desafiou. “Vamos medir as nossas armas” disse ele. Apesar de Jeoás, rei de Israel, não ter feito o que era reto perante os olhos do Senhor e, espiritualmente, não ser como Amazias, rei de Judá, Jeoás se mostrou mais sábio. Ao receber o recado desafiador e ameaçador de Amazias, Jeoás mandou um recado em forma de parábola. Comparou o Cardo e o Cedro do Líbano. Jeoás comparou Amazias ao Cardo, uma planta comum naquela

região, que cresce nos locais rochosos, sobretudo em terrenos barrentos. O cardo é uma planta pequena e frágil com uma flor delicada apoiada no caule oscilante. Segundo a parábola de Jeoás, o cardo queria casar-se com a filha do cedro do Líbano. Veja que disparidade! Um cardo casar-se com a filha do Cedro? O cedro do Líbano é uma árvore majestosa, cuja madeira homogênea e aromática é utilizada em grandes construções, naquela época sua casca tinha uso e fins medicinais. Os animais então passaram e pisaram o cardo, destruindo-o com extrema facilidade. Com tal parábola, Jeoás deixou claro para Amazias que o seu coração estava envaidecido por ter derrotado os dez mil edomitas. O conselho irônico de Jeoás a Amazias foi: curta sua vitória em casa. Mas, não adiantou. Amazias não atendeu às palavras de Jeoás. Mediram, pois, as armas em Betes-Semes. O resultado foi ruim para Judá. Amazias foi derrotado, o “cardo” foi pisado. Amazias foi preso e seu tesouro foi levado como despojo para Samaria.

Um coração soberbo sempre traz resultados terríveis. O ensoberbecimento surge devido à má interpretação dos fatos. As conquistas alcançadas, a beleza exibida, o perfume exalado, o elogio recebido podem ser armadilhas se não forem interpretados corretamente. Amazias era jovem, forte e poderoso. Vingou o sangue de seu pai, derrotou dez mil edomitas e, então, pensou: eu sou o cara. O Senhor Jesus falou sobre a virtude de depender totalmente de Deus, de não se pensar de si mesmo, mais do que convém.


Ele disse: “Bem-aventurado o pobre de espírito, porque dele é o reino de Deus” (Mateus 5). Ser pobre de espírito não é ser ignorante ou andar maltrapilho. Ser pobre de espírito é ser totalmente dependente de Deus. O coração constrangido e contrito, Deus não despreza, mas, o soberbo se mantém longe de Deus. Somos cardos, necessitados da proteção de Deus.

Rev. Ricardo Mota 27 Feb, 2016
dados extraido :www.ipb.org.br/informativo/o-cedro-e-o-cardo

domingo, 28 de fevereiro de 2016

VERDADES E MITOS SOBRE A PÁSCOA



Nesta época do ano celebra-se a Páscoa em toda a cristandade, ocasião que só perde em popularidade para o Natal. Apesar disto, há muitas concepções errôneas e equivocadas sobre a data.
A Páscoa é uma festa judaica. Seu nome, “páscoa”, vem da palavra hebraica pessach que significa “passar por cima”, uma referência ao episódio da Décima Praga narrado no Antigo Testamento quando o anjo da morte “passou por cima” das casas dos judeus no Egito e não entrou em nenhuma delas para matar os primogênitos. A razão foi que os israelitas haviam sacrificado um cordeiro, por ordem de Moisés, e espargido o sangue dele nos umbrais e soleiras das portas. Ao ver o sangue, o anjo da morte “passou” aquela casa. Naquela mesma noite os judeus saíram livres do Egito, após mais de 400 anos de escravidão. Moisés então instituiu a festa da “páscoa” como memorial do evento. Nesta festa, que tornou-se a mais importante festa anual dos judeus, sacrificava-se um cordeiro que era comido com ervas amargas e pães sem fermento.
Jesus Cristo foi traído, preso e morto durante a celebração de uma delas em Jerusalém. Sua ressurreição ocorreu no domingo de manhã cedo, após o sábado pascoal. Como sua morte quase que certamente aconteceu na sexta-feira (há quem defenda a quarta-feira), a “sexta da paixão” entrou no calendário litúrgico cristão durante a idade média como dia santo.
Na quinta-feira à noite, antes de ser traído, enquanto Jesus, como todos os demais judeus, comia o cordeiro pascoal com seus discípulos em Jerusalém, determinou que os discípulos passassem a comer, não mais a páscoa, mas a comer pão e tomar vinho em memória dele. Estes elementos simbolizavam seu corpo e seu sangue que seriam dados pelos pecados de muitos – uma referência antecipada à sua morte na cruz.
Portanto, cristãos não celebram a páscoa, que é uma festa judaica. Para nós, era simbólica do sacrifício de Jesus, o cordeiro de Deus, cujo sangue impede que o anjo da morte nos destrua eternamente. Os cristãos comem pão e bebem vinho em memória de Cristo, e isto não somente nesta época do ano, mas durante o ano todo.
A Páscoa, também, não é dia santo para nós. Para os cristãos há apenas um dia que poderia ser chamado de santo – o domingo, pois foi num domingo que Jesus ressuscitou de entre os mortos. O foco dos eventos acontecidos com Jesus durante a semana da Páscoa em Jerusalém é sua ressurreição no domingo de manhã. Se ele não tivesse ressuscitado sua morte teria sido em vão. Seu resgate de entre os mortos comprova que Ele era o Filho de Deus e que sua morte tem poder para perdoar os pecados dos que nele creem.
Por fim, coelhos, ovos e outros apetrechos populares foram acrescentados ao evento da Páscoa pela crendice e superstição populares. Nada têm a ver com o significado da Páscoa judaica e nem da ceia do Senhor celebrada pelos cristãos.
Em termos práticos, os cristãos podem tomar as seguintes atitudes para com as celebrações da Páscoa tão populares em nosso país: (1) rejeitá-las completamente, por causa dos erros, equívocos, superstições e mercantilismo que contaminaram a ocasião; (2) aceitá-las normalmente como parte da cultura brasileira; (3) usar a ocasião para redimir o verdadeiro sentido da Páscoa.
Eu opto por esta última.
- See more at: http://www.ipb.org.br/informativo/verdades-e-mitos-sobre-a-pascoa-3977#sthash.GKk8GJBb.dpuf

EM QUE CREMOS?


Deus não apenas criou todas as coisas, mas também "sustenta todas as coisas pela Sua Palavra de poder" (Hebreus 1:3). Como Paulo explica acerca de Cristo: "Ele é antes de todas as coisas, Nele tudo subsiste" (Colossenses 1:17). 
Mas o que isso significa? Algumas coisas:
1. Cada evento da história desde a Criação até a Consumação está sob o completo controle de Deus. 
Literalmente, ele domina as cósmicas constelações e galáxias, ao mesmo tempo que controla as folhas que caem da árvore ao lado da sua casa. 
2. Ele já decretou o "fim" de todas as coisas e não há ação humana que mude esse eterno decreto.
Entretanto ele não nos fez robôs, mas nos dotou de vontade pela qual seremos cobrados, pois nada fazemos que não possamos dar contas das nossas ações. Dessa forma, devemos executar os "meios" pela obediência, em lugar de querer o papel de Deus e nos preocupar demasiadamente com os fins que pertencem a Ele somente. 
3. Ele não apenas governa a história do Universo, mas governa, pela Sua providência a história da sua própria vida. 
Sendo assim, a maior loucura que você pode fazer é rejeitar esse Deus, mas entender que seu amor maravilhoso o convida sinceramente para entender a história de Jesus como sendo o marco divisório da sua vida, como foi para a própria história do mundo. 
4. "As portas do inferno não prevalecerão contra a Igreja" (Jesus em Mateus 16:18)
Ainda que "príncipes conspirem contra o Senhor" (Davi no Salmo 2:1) e contra a Igreja verdadeira de Deus, ela está segura que estará de pé até que Jesus retorne. Nações se levantam e impérios caem, mas os que confiam no Senhor serão guardados pois "a Palavra do Senhor permanece para sempre" (Jesus em Mateus 24:35).
- See more at: http://www.ipb.org.br/informativo/em-que-cremos-5-na-providencia-e-controle-de-deus-3974#sthash.NgMl0rJR.dpuf

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Sonhar é fundamental.



Sonhar é fundamental. Mas não podemos parar por aí, precisamos ir além, avaliar o sonho e o que ele demanda. A partir disso, criar um plano, um projeto que nos permita alcançá-lo. Porém, não podemos confundir visão com ilusão. Sei que já é tarde demais para eu me tornar um astronauta e sonhar com isso seria uma ilusão. Mas há muitas outras coisas que posso fazer e conquistar, só que, para isso, preciso colocá-las na perspectiva correta, planejar e lutar por elas. Pense naquilo que você tem sonhado. Coloque no papel tudo o que é necessário para realizar essa visão. Pegue essa lista e resolva um item por vez, mesmo que demore. Quando menos esperar, o futuro terá chegado e você estará vivendo o que sonhou.

Ely Torresin

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

HOMENAGEM AO HOMEM PRESBITERIANO


PARABÉNS, HOMEM PRESBITERIANO!

PARABÉNS, HOMEM PRESBITERIANO!

O calendário eclesiástico da Igreja Presbiteriana do Brasil reserva este primeiro domingo de fevereiro para a comemoração do Dia do Homem Presbiteriano. Essa comemoração foi oficializada no I Congresso Nacional de Homens Presbiterianos, realizado em Campinas, em 1966. Hoje, portanto, é um dia muito oportuno
para refletirmos a respeito dos privilégios e das responsabilidades do homem
presbiteriano.



A Escritura Sagrada mostra que Deus concedeu ao homem grandes privilégios e deu-lhe grandes responsabilidades. Ao homem foi concedido o privilégio da iniciativa na formação de seu lar. A ele foi dito: “Deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne” (Gênesis 2.24). 

Mas, também, ao homem foi dada a responsabilidade de cuidar da saúde emocional e espiritual da esposa. “Maridos, vós, igualmente, vivei a vida comum do lar, com discernimento; e, tendo consideração para com a vossa mulher como parte mais frágil, tratai-a com dignidade, porque sois, juntamente, herdeiros da mesma graça de vida, para que não se interrompam as vossas orações” (1 Pedro 3.7). Ao homem foi concedida a liderança do lar; isso fica claro nestas palavras do apóstolo Paulo: “As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor; porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, sendo este mesmo o salvador do corpo. Como, porém, a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido” (Efésios 5.22-24). Mas ao homem foi ordenado amar sua esposa com o mais elevado amor: “Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela” (Efésios 5.25).

Ao homem foi dada também a responsabilidade sobre a vida espiritual de seus filhos. Dirigindo-se aos israelitas, Moisés disse-lhes: “Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te. Também as atarás como sinal na tua mão, e te serão por frontal entre os olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa e nas tuas portas” (Deuteronômio 6.6-9). E o apóstolo Paulo escreveu aos efésios: “E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor” (Efésios 6.4). É o pai – e não a mãe! – que tem a responsabilidade de conduzir seus filhos ao Senhor e de educá-los na fé. A sociedade moderna também impõe ao homem grandes responsabilidades e obrigações. Diante disso, os homens precisam receber um tratamento especial. 

Nos países mais desenvolvidos já estão sendo montados centros de ajuda específicos para homens. No Canadá, por exemplo, já existem programas de assistência aos jovens do sexo masculino. A medida pretende evitar gastos previdenciários futuros com famílias que perdem cedo demais pais e maridos. No Brasil já estão surgindo grupos de amparo aos homens. Aos homens presbiterianos, os nossos parabéns pelo transcurso do seu dia, a nossa saudação respeitosa e a nossa fraterna mão estendida.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Comemoração do dia do homem e da mulher Presbiteriana. 14 de Fevereiro de 2016




DIA DA MULHER E DO HOMEM PRESBITERIANO

1º. Domingo de Fevereiro: Dia do Homem Presbiteriano (UPH)
2º. Domingo de Fevereiro: Dia da Mulher Presbiteriana (SAF)

           Parabéns a todos os homens e mulheres que compõem a União de Homens Presbiterianos e a Sociedade Auxiliadora Feminina respectivamente. Esses dois domingos reservados para homenageá-los são importantíssimos, pois lembram-nos que na história da Igreja Presbiteriana do Brasil, existiram homens e mulheres comprometidos com a verdade e fiéis ao trabalho do Senhor Jesus.
Louvamos a Deus, porque na história da Igreja Presbiteriana de Cordeiro o Senhor levantou homens, como Noé, que ousaram andar com Deus no meio de uma geração longe do Senhor. Levantou também mulheres, como Débora, que lutaram pelo seu povo, pela sua igreja, mantendo-a em pé.
Não esqueçam que o Senhor chamou vocês para a sua seara, a fim de apresentarem os vossos corpos por sacrifício vivo, santo, e agradável a Deus (Rm.12.1). Com certeza o Senhor vê o trabalho que irmãos, tanto saudosos, como hodiernos realizaram e realizam nesta igreja e que não ficarão sem a devida recompensa. Vocês que têm pago o preço para ver essa obra prosseguindo, podemos aprender um pouco do amor que Paulo fala em 1Co.13.7 “tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta”. Pois não chegariam até aqui se não amassem o Senhor a Sua obra.
Portanto, meus amados e amadas irmãs, alimentem mais e mais esse amor que dedicam ao Senhor e a Sua Igreja, para que, conforme Paulo nos ensina em 1Co.13.8, o amor jamais acabe e a obra continue e prospere.
Que Deus faça vocês prosperarem mais e mais e que na realização dessa obra vocês encontrem a realização de suas vidas.
Deus abençoe vocês!

O Dia da Mulher Presbiteriana

começou a ser comemorado a partir do Primeiro Congresso Nacional das SAF’s, em 1941, na Igreja Presbiteriana do Riachuelo/RJ. Ficou resolvido naquele Congresso adotar o segundo domingo do mês de fevereiro como o Dia da Mulher Presbiteriana. A data escolhida foi uma homenagem a D. Cecília Rodrigues Siqueira, esposa do saudoso Rev. Cícero Siqueira, que aniversariava. Cecília era a Secretária Geral do Trabalho Feminino, cargo em que permaneceu por mais de quinze anos consecutivos, de 1938 a 1954. Líder inconteste, o trabalho feminino sempre ocupou destacado lugar em seu ministério como mulher, mãe e esposa de pastor. Viajou por todo nosso imenso país, participando de Congressos, organizando SAF’s, Federações e Confederações Sinodais.
Quando deixou o cargo de Secretária Geral, o Supremo Concílio de 1954, reunido em Recife/PE, atendento ao pedido da Confederação Nacional do Trabalho Feminino, oficializou, então, o 2º domingo de fevereiro como o Dia Nacional da Mulher Presbiteriana.
                                       



                                       
O Dia do Homem Presbiteriano 

Em setembro de 1966 realizou-se em Campinas, SP, o 1º Congresso Nacional dos Homens Presbiterianos, quando foi escolhido como “Dia do Homem Presbiteriano” o 1º domingo do mês de fevereiro.
Salmos 1.1   Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.

1.2   Antes, o seu prazer está na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite.
1.3   Ele é como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem sucedido.
1.4   Os ímpios não são assim; são, porém, como a palha que o vento dispersa.
1.5   Por isso, os perversos não prevalecerão no juízo, nem os pecadores, na congregação dos justos.
1.6   Pois o SENHOR conhece o caminho dos justos, mas o caminho dos ímpios perecerá.
Este salmo nos conta a história do homem que teme ao Senhor, como deve ser a história de cada homem presbiteriano.


No dia 14/fev/2016 a SAF /  UPH ofereceu um delicioso almoço em comemoração ao dia do Homem e da Mulher Presbiterianos na Igreja Presbiteriana de Itapema. 
Foi um ótimo momento de comunhão.

FOTOS DO EVENTO

















domingo, 7 de fevereiro de 2016

Projeto : Esperança para Portugal





Evangelização - Pb. Paulo Silas Casini


Quando o Filho se torna Pai do seu Pai........


Câncer de Pâncreas



BOLETIM INFORMATIVO - ANO 78 - Nº 03 - 07 de Fevereiro de 2016





segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Vinho novo em odres velhos

Vinho novo em odres velhos

Quando Jesus disse ter vindo para "lançar fogo sobre a terra" Lucas 12:49) e não para "trazer paz, mas espada" (Mateus 10:34), como falou verdadeiramente! Ele não se ajustava aos modos familiares do mundo ao qual veio. Mesmo o mais revolucionário pensamento de seu tempo não poderia contê-lo. Suas palavras e modos eram transcendentemente diferentes, inquietantes, ameaçadores. Não poderia haver uma síntese calada do velho e do novo, somente uma colisão descomprometida que conduziria inevitavelmente a rebelião ou rendição. Alguns viriam a gostar do novo, outros a odiá-lo.

Em suas três analogias, em Mateus 9:14-17 (Marcos 2:18-22; Lucas 5:33-39), Jesus responde aos seus críticos gentilmente, mas ilustra o inevitável do conflito: como pode pano novo ser usado para remendar roupa velha? Como pode o explosivo vinho novo ser contido em velhos e inflexíveis odres?

O provérbio de Jesus sobre o remendo novo na roupa velha saiu facilmente de sua própria vida. Aquele que "não tinha lugar para repousar sua cabeça" não deveria desconhecer vestes remendadas. E todos sabiam que uma tentativa de remendar uma roupa gasta com pano novo levaria a dois desastres, um estrutural e outro estético. O pano novo encolheria com a primeira lavagem e aplicaria tal tensão sobre o pano velho que faria um rasgo maior do que antes (Marcos 2:21); e, por sua própria novidade, o remendo novo faria com que a roupa velha parecesse ainda mais desbotada e velha (Lucas 9:36). Às vezes, o velho é irreparável e tem simplesmente que ceder lugar ao novo.

O judaísmo rabínico, com suas corrupções farisaicas, estava além da recuperação. Sua atitude estava totalmente tão afastada do espírito da lei e dos profetas que o único meio de ir além dela era saindo dela. E ainda que a mensagem de arrependimento e de abatida contrição de João fosse de Deus e vital para o seu tempo, ela era preparatória, e não permanente (Atos 18:25-26; 19:1-5). O novo caminho de Jesus era um pano inteiro e não uma colcha de retalhos. Ele não tinha vindo para enxertar suas novas verdades no esfarrapado tecido religioso das tradições humanas e ímpias atitudes, ou para sentar-se imóvel a uma das paradas da estrada do propósito eterno de Deus. Tivesse feito isso e teria destruído tudo. Em Cristo, todas as coisas teriam que ser novas (2 Coríntios 5:17).

A incredulidade judaica vigente recusou-se a renunciar aos seus caminhos tradicionais para receber a palavra de Deus, e crucificou Jesus. Os judaizantes da igreja primitiva relutavam em deixar a lei pelo evangelho e, em seu esforço para acomodar o evangelho à lei, manobraram para rasgar e destruir tudo (Gálatas 1:6-9; 5:3-4). A mesma disposição mental vive hoje. Velhos e ímpios caminhos, recusando a entregar a alma, nos desafiarão a acomodar o evangelho a eles ou a sair. Nesses momentos precisamos correr, e não andar, para a saída mais próxima.

O terceiro destes provérbios que Jesus usa para responder a seus críticos simplesmente reforça a mensagem dos dois primeiros: certas coisas não se ajustam. Os homens, ele disse, não colocam vinho novo, ainda fermentando e expandindo, em velhos e ressecados odres porque eles se rasgariam e seriam destruídos e o vinho novo escorreria e se perderia (Mateus 9:17). O Senhor está advertindo que mentalidades rígidas custarão aos homens a incomparável qualidade especial do evangelho. Porque ela é imprevisivelmente nova e inimaginável (1 Coríntios 2:9) e não se ajusta confortavelmente nos trilhos familiares, estamos demasiado dispostos a tentar forçá-la, através de nossas categorias congeladas, até que ela saia parecendo mais com o que esperávamos e desejávamos que fosse. Não há meio melhor do que este para simplesmente derramar no chão o precioso vinho novo do reino eterno de Deus.

Precisamos estar atentos a um conservadorismo tão insensato que pensemos que o melhor modo de permanecer firmes na fé seja manter as coisas como estão. Que tudo está bem e bom se o modo como as coisas estão é como o Senhor quer que estejam; mas se não, precisamos juntar armas a bagagem e ficar prontos para uma longa jornada naqueles novos lugares onde o Senhor pretende que estejamos. O vinho novo do evangelho não é destinado a nos deixar confortáveis, mas a nos fazer novos.

Alguns fizeram um uso infeliz da afirmação de Jesus a propósito do vinho novo e dos odres velhos. Para eles, os odres velhos freqüentemente representam aqueles modos pelos quais, no Novo Testamento, os discípulos então fizeram as coisas, e o vinho novo simboliza idéias modernas que são mais atraentes para os homens e as mulheres da geração corrente. Eles precisam ser lembrados que todos os modos dos cristãos primitivos que não foram simplesmente um reflexo das condições do seu tempo (a lavagem dos pés como um ato de hospitalidade, um beijo para saudação, etc.) eram o produto da vontade radical de Cristo e os imutáveis princípios eternos do seu reino. Todos nós faríamos bem em seguir o exemplo deles (Atos 2:42). Pois se o fizermos, certamente não estaremos sentados imóveis, mas estaremos empenhados na experiência mais radicalmente transformadora da história humana. Beber o vinho do reino de Deus não é um passo de moderação. Obedecer à voz do Filho de Deus não é um ato conservador!

-por Paul Earnhart

Definição de amor


Definição de amor
Um senhor de idade chegou a um consultório médico, pra fazer um curativo em sua mão, na qual havia um profundo corte.
E muito apressado pediu urgência no atendimento, pois tinha um compromisso.
O médico que o atendia, curioso perguntou o que tinha de tão urgente pra fazer.
O simpático velhinho lhe disse que todas as manhãs ia visitar sua esposa que estava em um abrigo para idosos, com mal de Alzheimer muito avançado.
O médico muito preocupado com o atraso do atendimento disse:
- Então hoje ela ficará muito preocupada com sua demora?
No que o senhor respondeu:
- Não, ela já não sabe quem eu sou. Há quase cinco anos que não me reconhece mais.
O médico então questionou:
- Mas então para quê tanta pressa, e necessidade em estar com ela todas as manhãs, se ela já não o reconhece mais?
O velhinho então deu um sorriso e batendo de leve no ombro do médico e respondeu:
- Ela não sabe quem eu sou… Mas eu sei muito bem quem ela é!
O médico teve que segurar suas lágrimas enquanto pensava…
O verdadeiro AMOR, não se resume ao físico, nem ao romântico…
O verdadeiro AMOR é aceitação de tudo que o outro é…
De tudo que foi um dia… Do que será amanhã… e do que já não é mais!